A avaliação é que o reajuste deve ficar para depois das eleições, apesar de alguns técnicos defenderem que, poderia ser feito já, para tentar desfazer a imagem de que o tema é tratado politicamente.
Segundo um assessor presidencial, a intenção é manter a regra de pelo menos um reajuste por ano, mas a presidente Dilma não quer encerrar seu mandato com a inflação estourando o teto da meta que é de 6,5% ao ano.
(Com Folha de S. Paulo).
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