O corte de R$ 69,9 bilhões
nas despesas do Orçamento de 2015 atinge diretamente dois programas que
são considerados carros-chefe do governo Dilma Rousseff: o Programa de
Aceleração do Crescimento (PAC) e o Minha Casa Minha Vida.
Nesta
sexta-feira (22), o governo informou que o PAC terá R$ 25,7 bilhões a
menos do que a estimativa original, e o programa de moradia popular, que
está incluído no PAC, sofrerá uma redução de R$ 6,9 bilhões no seu
orçamento.
O valor destinado ao Minha Casa Minha Vida passou
de R$ 19,9 bilhões para R$ 13 bilhões este ano. "Esse é um recurso que
consideramos, de um lado, compatível com o esforço fiscal e que, de
outro, garante a execução das obras", disse o ministro.
Segundo
ele, o lançamento da terceira fase do programa no segundo semestre está
incluído no Orçamento. Além disso, estão garantidos os projetos que
estão com mais de 70% de sua execução concluída. Os demais terão o seu
ritmo de andamento readequado de acordo com a nova programação
orçamentária.
"Todos continuarão em execução, mas o ritmo de
alguns deles será adequado ao novo limite financeiro", disse. Nelson
Barbosa afirmou que a verba permitirá dar andamento e executar as obras
de 1,6 milhão de casas.
*Com O Globo.

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